Quinta, 10 Abril 2014 20:06

Painel Marmoraria Silotti

Painel Publicitário par a Marmoraria Silotti em Ribeirão Pires, com lona dupla face.

Publicado em Portifólio Graphos
Sexta, 09 Agosto 2013 00:32

Ser Designer

escrito por Canha

Para comemorar o Dia Nacional do Designer (5 de novembro), uma pequena lista no melhor estilo “Amar é…” mas para designers.
Parabéns a todos os designers do Brasil e do mundo e vamos continuar na luta para que nossa profissão ganhe mais notoriedade!

Ser designer é...

* ter o despertador avisar a hora de ir dormir, e não a hora de acordar;

* ter uma diéta a base de café, Coca-Cola e RedBull;

* ter fones de ouvidos quase implantados na sua cabeça;

* tomar café da manhã, almoço e janta ao mesmo tempo;

* ter os amigos dizerem “Que bonito isso!” mas não entenderem o conceito;

* refazer um job pois ninguém entendeu o conceito;

* ter mais fotos de coisas do que de sua família;

* saber usar o Photoshop, Illustrator, InDesign e Dreamweaver mas não entender como rodar o Excel;

* comprar revistas de R$ 50 mas não ter tempo de ler;

* não conseguir olhar para qualquer coisa gráfica sem tentar melhorá-la na sa cabeça;

* não conseguir andar pelo shopping sem criticar embalagens de produtos;

* ouvir sua vó lhe apresentar orgulhosamente como “artista” para amigos;

* ter sua mãe achar que você trabalha com computadores;

* ser confundido como “técnico em informática” pois “você passa muito tempo na frente daquele tal computador”;

* cobrar o cliente constantemente o briefing e materiais para não estourar o cronograma;

* ter o cliente demorar para enviar o briefing e materiais e depois reclamar que você está estourando o cronograma;

* terminar o projeto após 3 meses e 20 rodadas de aprovação para o cliente dizer “não sei…acho que não ficou muito legal”;

* passar metade do projeto convencendo o cliente que você sabe o que está fazendo;

* passar a outra metade do projeto explicando ao cliente que você está cobrando pelo seu conhecimento;

* ter alguém dizer “Meu sobrinho também faz dizáin“. E quando questionado sobre em qual período ele se encontra, escutar um “Tá terminando o Ensino Médio”;

* acordar se sentido um “garoto de programa” pensando em duas coisas: 1) você precisa parar com isso. 2) você precisa cobrar mais caro por isso;

* passar metade da vida falando pra todo mundo que “logomarca” não existe;

* desistir de ensinar a todo mundo que “logomarca” não existe;

* estranhar aquela luz amarela no céu quando você finalmente sai de casa durante o dia;

* ter que explicar a um cliente que uma gráfica não imprime uma imagem JPG com resolução de 72dpi e em RGB para fazer um outdoor;

* ter que explicar ao cliente o que é JPG, dpi, RGB e “cêmique“;

* ter que explicar que Pantone não é aquele pão com frutas cristalizadas que vendem no natal;

* acordar dia após dia, sabendo que essas coisas nunca vão mudar e mesmo assim pensar: “Eu não me vejo fazendo nada melhor na vida. Amo tudo isso”

 

Faltou alguma coisa? Quer colaborar com mais idéia do que “ser designer é…”? É só deixar um comentário abaixo!

Inspiração. Dica do @edmaltros.

 

fonte: http://design.blog.br

 

Publicado em Blog Graphos
Sexta, 09 Agosto 2013 00:23

Como contratar um designer

Escrito por Canha

Recebi uma ótima sugestão de post de um leitor do blog, e é uma pergunta que ninguém responde direito: como devo contratar um designer?

O que devo fazer, quais os cuidados que tenho que tomar e como saber se ele é bom?

Como contratar um designer?

Não é algo fácil de responder sem puxar a sardinha pro lado do designer, mas vou tentar ser o mais neutro possível. Como identificar um designer profissional?

Designer é um bicho chato cheio de mimimi, mas isso não quer dizer que ele não age (ou não deveria agir) profissionalmente.

E-mails escritos de forma correta, sem abreviações e com pontuação adequada são um indício que o designer já trabalhou com clientes. Mesmo quando um cliente envia um e-mail sem pontuação, tudo em caixa alta e cheio de “vcs” e “tb”, o designer profissional responde de forma clara e correta. Clientes, se o designer começou o e-mail com “oi td bem blz cmg tah td ok axo q vams trab mto bem juntox”, FUJA. Ou ele não completou o ensino médio, ou ele nunca escreveu na vida.

Designer que não tem portfólio é como fotógrafo que não tem câmera. Nem que seja um portfólio no Deviantart ou no Blogspot, mas precisa ter um. E o portfólio nem precisa ter centenas de trabalhos para empresas grandes – se o designer for iniciante, ele provavelmente terá muito trabalho da faculdade ou projetos pessoais, isso não necessariamente diminui a qualidade do trabalho dele.

Como contratar um designer?

Nem todo designer recém-formado ou novo no mercado de trabalho freelancer é ruim ou inexperiente. Um designer pode ter feito os 4 anos de faculdade e trabalhado por algum tempo em uma empresa que não permitiu incluir os trabalhos lá desenvolvidos em seu portfólio, então peça referências ou trabalhos passados (mesmo que ele tenha feito em conjunto com outros profissionais).

“Designer” de 15 anos de idade nem sempre é designer. Tem muito jovem por aí que se intitula “designer” mas só sabe faze arte digital no Photoshop. Signs de fóruns e foto-montagens não é design. Se você procura alguém pra desenhar algo bonito ou recortar o fundo da sua foto e colocar uma imagem de praia, você não precisa de um designer. Já se você quer montar um site, criar uma identidade visual ou até mesmo um cartão de visitas contrate um designer de verdade.

Só por que ele se veste de forma esquisita, não quer dizer que ele seja ruim. Pelo menos, nem sempre. Sim, o ideal são os profissionais que se vestem de acordo com seus clientes – você não vai de terno e gravata a uma reunião com uma empresa que faz skates, e também não vai de calça rasgada e camiseta de banda a uma reunião com gerentes de um banco. Como falei, designer é um bicho chato e muitas vezes ele quer mostrar que é designer se vestindo de forma diferente. Não se deixe enganar pelas aparências – conheci muitos designers incríveis que não usam sempre um terninho pro trabalho.

O designer cobra R$ 100 por um logo, ou R$ 300 por um site? Fuja. Pode até parecer que R$ 100 por um logo já é bastante, mas acredite: não é. Um logo profissional está em média dos R$ 1.500 a R$ 5.000 para mais e não é a toa também; o logo você vai ter para sempre, vai imprimir em centenas de lugares e usar milhares de vezes. Sem contar que você vai usar em tamanhos diferentes, cores diferentes e lugares diferentes. O designer precisa ter isto em mente quando ele cria algo, pois o logo precisa ficar compreensível em um tamanho minúsculo, em uma cor só e em fundos de cores diferentes. Não é um trabalho fácil e não dá pra ser feito em 15 minutos – se o designer que você contratar disser o contrário, pode ter certeza que esse barato vai sair caro para você no futuro.

Designer de verdade vai discutir, dissecar e muitas vezes contrariar sua opinião. Ele não faz isto por que acha que tem sempre razão, mas por que ele tem razões científicas pra isso. É perfeitamente normal o cliente não gostar das cores de um site, mas muitas vezes o cliente não pensa no usuário final (que é uma coisa que o designer tem que fazer). Um site para meninas adolescentes, por exemplo, não pode ter cores frias e sérias mesmo se o cliente gostar disto. O designer vai contrariar sua opinião e oferecer alternativas ou motivos pelo qual ele escolheu as cores alegres que o cliente não gostou.

Se o designer fizer todas as alterações sem reclamar ou contrariar, é por que ele está querendo agradar seu cliente e não se importa com o público-alvo. O verdadeiro objetivo do designer não é puxar saco de ninguém; é fazer algo funcional. Claro que se o cliente é o público-alvo, é outra história. Mas se atente a designers que fazem qualquer alteração que você pedir sem discordar de nada.

Essas são as melhores formas de descobrir se o designer é bom. Se ele fugir muito disto, desconfie. O designer vai dar conta do trabalho?

Vamos supor que o designer te enviou um orçamento em um valor considerável. Você não vai pagar este dinheiro sem saber se ele vai dar conta e criar o que você pediu. Como se proteger?

Exija um contrato. Designer que não tem contrato não se protege e não protege ao cliente. E, por favor, leia o contrato com atenção. Se você tiver alguma dúvida, pergunte ao designer.

Como escolher um designer?

Descubra quantas refações você tem direito a ter antes de iniciar o projeto. Se o designer prometer refações ilimitadas inclusas no preço, ele provavelmente vai fazer muita besteira ou não vai criar algo profissional. Aquele projeto que fica indo e voltando com o cliente sempre pedindo alterações gera um custo ao designer – a final de contas, o tempo do designer custa dinheiro, e quanto mais tempo é gasto em um projeto maior é o valor que o designer deve receber. Pessoalmente, ofereço até no máximo uma refação (ou seja, um projeto inicial e uma alteração caso o cliente não goste – se mesmo assim não deu certo, recalculo o valor).

Cuidado com prazos irreais. Não dá pra criar um site em 5 dias ou um logo em 2. Ok, talvez até dê, mas o designer terá que trabalhar até tarde (hora extra) e vai cobrar rush fee por isso. Ou seja, o projeto vai ficar mais caro. Projetos, por mais simples que pareçam ser, podem demorar de 15 a 60 dias. Um site completo – design, estrutura e programação – não demora menos de 20 dias.

Verifique se o contrato tem alguma cláusula de rescisão. E veja se isto te protege também. Caso o designer estoure o prazo de entrega sem deixar avisado o motivo, você deve poder cancelar o contrato sem uma multa. Vale a pena notar que o designer pode estourar o prazo por culpa do cliente – demora em aprovar, demora em retornar com informações importantes, etc.

E é por isso que o designer deve informar o cronograma. O cronograma serve para ambos, designer e cliente, seguirem. Eu separo meu cronograma em partes: por exemplo, após 5 dias do contato inicial, o cliente deve ter enviado o briefing, assinado o contrato e ter repassado todas as informações necessárias (endereço FTP do site, etc). Em até 15 dias, envio o primeiro esboço e só depois de aprovado que entrego o projeto final em até 30 dias.

O cronograma não deve conter datas específica (“dia 8 de dezembro: início do projeto. Dia 24 de dezembro, entrega do primeiro esboço”) pois se o cliente demorar em retornar com aprovações ou alterações isto pode estourar o cronograma do designer e prejudicar ambos. O ideal mesmo é utilizar a contagem de dias após cada passo como mencionei no meu exemplo acima.

Como devo pagar um designer?

Cada designer tem seu próprio meio de receber. A grande maioria trabalha com depósitos em conta corrente, cheque ou dinheiro. Alguns trabalham com sistemas de pagamento online, como o PagSeguro. A forma de pagamento sempre pode ser discutida.

Como escolher um designer?

Quanto as parcelas, não são todos os designer que pedem o valor a vista no início – exceto quando o projeto é pequeno ou quando o prazo requerido é abaixo do prazo ideal (o chamado rush fee). A maioria dos designers divide em etapas: um valor inicial, um valor na metade do projeto e um valor no final. Tudo isto precisa estar no contrato. Como evitar que o designer fuja com meu dinheiro?

Contrato. Verifique se o designer informa endereço, telefone, CPF e RG. Se você sentir-se muito inseguro, você ainda pode rodar o CPF dele para ver se existem pendências – existem empresas que fazem isto.

Outra maneira é pedir referências ao designer. Entre em contato com estas referências e pergunte o que acharam do trabalho dele. Você também pode fazer uma busca no Google pelo nome, e-mail ou outros dados pessoais dele.

Não gostei do trabalho do designer. Como devo proceder?

Se o trabalho simplesmente não fluiu, talvez seja melhor pedir a rescisão do contrato (não teve contrato? Aí você tem um problema). Tente negociar com ele, mas nunca peça o valor integral pago de volta – ainda mais se o designer mostrou que trabalhou no projeto. Já tive clientes que não gostaram do esboço ou da refação e não quiseram seguir adiante. Como investi tempo (e consequentemente, dinheiro), falei que poderíamos cancelar o contrato sem pagamento de mais nada além do que já tinha sido pago – neste caso, uma parcela de entrada. Assim, o valor pelo menos pagou meus custos adicionais.

Procure sempre ter um diálogo com o designer e evite a agressividade ou ameaças – do mesmo jeito que ele deve evitar isto também. Se o diálogo não funcionar, talvez esteja na hora de contratar um advogado. Mas lembre-se: se o designer provou que seguiu o contrato e tem provas de que você – de acordo com o contrato – não tem razão, isto pode gerar um problema. Tenho outras dúvidas sobre como contratar um designer

Deixe um comentário abaixo. Mas observe o seguinte:

* Eu não sou advogado. Problemas judiciais devem ser resolvidos com um, então não adianta perguntar como processar um designer.

* Caso tenha tido uma má experiência com um designer, evite de informar os dados pessoais dele aqui. Afim de proteger este blog de processos por difamação, comentários difamatórios serão moderados.

* Eu não conheço todos os designers ou escritórios do universo. Não adianta perguntar se o designer João é confiável ou não.

Fonte: http://design.blog.br

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